Cheguei à Regência quinta-feira trazendo comigo o vento sul e o outono. O ônibus de Vitória pra cá custou 24 reais e o simpático motorista não me deixou no trevo para Regência. Essa gentileza além de me custar mais uma passagem, impossibilitou qualquer chance de carona. De Linhares para Regência gastei mais R$ 11,50. A praia aqui não é tão salgada por causa da influência do rio doce, mas o mar é insanamente agitado. Não tive coragem de nadar naquelas águas. Não existe muita coisa além da praia e da pesca e fora de temporada a maioria dos campings ficam fechados, soube que teve um forró no sábado, mas estava cansado.
Com o fim do tabagismo duas coisas aconteceram com meu corpo: estou sentindo melhor os gostos e aromas e fico encontrando constantemente situações “tabagisticas”. Agora minha amiga de toda hora, a nicotina, virou um fantasma camarada. Já havia pensado sobre o fim do vício numa frase do outro blog ("parar com um vício faz você se sentir forte, se entregar a ele faz você se sentir acompanhado") e essa sensação de força aconteceu mesmo! Aqui em regência corri na praia todos os dias quando não ajudei os pescadores a mirarem as redes e esticá-las na foz do rio. No dia que fiquei de ressaca perdi uma muqueca no barco, não sei porque mas tenho a impressão que essa muqueca de barco é a melhor que existe.
Aqui fiz amizade com essa “classe”, não sei se é a influência marítima, mas não vi um pescador sequer que não fosse engraçado. E como eles gostam de pinga! Jesus! Eu corria de manha e me matava na pinga de noite.
Hoje viajo para Itaunas.
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terça-feira, 24 de março de 2009
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