segunda-feira, 25 de abril de 2011

Itacaré

Itacaré é um enorme complexo de praias lindas, mulheres lindas, ondas, gringos e dreadlocks. Uma energia intensa controla aquele lugar, deixando todos muito excitados. A capoeira que conhecia como um "jogo-dança-diversão" lá, é uma adrenalina brutal a 200 km/h, onde qualquer vacilo é tchau e benção.
Nos primeiros dias fiquei hospedado no mesmo albergue (pharol) que fiquei na época da minha primeira visita, achei que seria legal ficar lá e cozinhar meu rango, mas os gringos dominavam a cozinha e, nao estava com saco para tirar meu inglês das profundezas oceânicas onde ele estava muito bem localizado.
No dormitório além de mim, tinha um israelense brucutu e, um dia depois, um alemão surfista picareta. Isso foi o suficiente para me mudar, Julio e Gabi voltariam no domingo e eu pensava em ir andando para Barra Grande.
Vou ser resumido, pq esse relato está atrasado em 2 anos.

Achei uma pousada barata e fiquei mais alguns dias, cai de uma árvore morta e vi a sola do meu pé (torci sinistramente), tentei engessar, tirar raio-x e tudo mais, mas o sistema público de saúde já é precário, no interior da bahia é precaríssimo. Peguei carona numa ambulância para Ilhéus (depois soube que a mina estava com suspeita de meningite, ou seja por causa de um pé torcido eu poderia ter morrido! hehehe).
Cansado de Itacaré e com o pé quebrado peguei um ônibus para Ubaitaba (?).

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